Sequência de altas da Bolsa chega ao 15º pregão intraday; moeda americana recua com perspectiva de fim do “shutdown” nos EUA e inflação de outubro mais fraca no Brasil
O Ibovespa renovou recordes nesta terça-feira (11/11), superando pela primeira vez as marcas de 156 mil, 157 mil e 158 mil pontos logo após a abertura, enquanto o dólar recuou e chegou a tocar a casa de R$ 5,27, em um dia de maior apetite a risco no mercado global.
Após fechar a segunda-feira (10/11) acima de 155 mil pontos, em sua 14ª valorização consecutiva, a Bolsa brasileira estendeu o rali nesta manhã. Por volta de 11h30, o índice subia perto de 1,8% e cravava novas máximas históricas intradia, impulsionado por bancos, Petrobras, Vale e varejistas. A sequência coloca o Ibovespa no radar para igualar o recorde de 1994 em número de altas seguidas. Agência Brasil+1
No câmbio, o dólar à vista caiu pela quinta sessão, acompanhando o alívio externo após o Senado dos EUA aprovar proposta para encerrar a paralisação do governo (shutdown). Na mínima do dia, a moeda foi negociada ao redor de R$ 5,27, enquanto os contratos futuros para dezembro giravam perto de R$ 5,30.
No Brasil, a leitura mais fraca do IPCA de outubro — menor taxa para o mês desde 1998 — reforçou apostas de que a inflação segue em rota benigna, fator que ajuda os juros futuros e sustenta o apetite por ações domésticas.
Números-chave (manhã de 11/11)
- Ibovespa: +1,8% por volta das 11h30; máximas intradia em ~156k, ~157k e ~158k pontos.
- Dólar à vista: mínima ao redor de R$ 5,27; cotações entre R$ 5,27 e R$ 5,30 pela manhã.
- Fechamento anterior (10/11): 155.257 pontos, +0,77%.
Contexto
- Exterior: melhora do humor com a perspectiva de fim do “shutdown” nos EUA favorece moedas e bolsas de emergentes.
- Brasil: IPCA de outubro abaixo do esperado e ata do Copom no radar mantêm a leitura de desinflação — combinação que reduz prêmio de risco e beneficia ativos locais.
Frases de efeito para intertítulos (opcional)
- Rali histórico empurra índice a novas máximas
- Dólar perde força e volta à casa de R$ 5,27
- IPCA frio e alívio externo turbinam apetite a risco



