Goiânia avança no projeto “Cidade Segura” com reunião decisiva nesta quarta-feira para definir as empresas que integrarão a força-tarefa responsável pela remoção de fios soltos e irregulares de telecomunicações nos postes da cidade. A reunião, agendada para as 9h no Auditório da Seplan, é um seguimento do encontro anterior realizado no Ministério Público e marca o início efetivo das ações de limpeza e reorganização, com previsão para começar no dia 20.
O projeto entra em uma nova fase com ações emergenciais e expansão territorial, com um trabalho inicial de 90 dias. Essa primeira etapa, conduzida em caráter emergencial, priorizará os setores e avenidas com maior concentração de cabos pendurados, visando reduzir os riscos à população. Estima-se que existam cerca de 75 mil linhas fora de operação ainda instaladas nos postes da cidade.
A iniciativa envolve a Prefeitura de Goiânia, o Ministério Público de Goiás (MP-GO), a Equatorial Energia, a Nacional de Telecomunicações (Anatel), a Associação das Empresas de Telefonia e Internet, e as próprias empresas de telefonia e internet. A responsabilidade pela remoção dos cabos será das empresas, que deverão priorizar áreas com maior risco à segurança e impacto visual.
O presidente da de Regulação de Goiânia (AR) ressalta o apoio da prefeitura às empresas que desejam se regularizar e adverte que as operações clandestinas serão interrompidas. Será divulgada uma lista das empresas cadastradas e atuando legalmente, com o objetivo de auxiliar a população a contratar serviços de empresas regularizadas.



